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(Canadá, 2004, 87min. – Direção: Avi Lewis, Escrito por: Naomi Klein)Comovente e inspirador, “The Take” mostra a história de operários argentinos, desempregados após anos de políticas neoliberais, que tomam as indústrias falidas, reativando-as. Única saída para sobreviver, enfrentam os mais diversos setores de poder. Força de vontade, coragem e solidariedade fazem parte da luta desses homens e mulheres.(Sinopse original do docverdade)

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© UNESCO/Yves Bergeret
Segundo a tradição, a cobra-de-capelo é uma guardiã da língua toro tégu (“palavra da montanha”), falada pela população Dogon, em Mali.
A pedra é uma palavra mineralizada, a água é uma palavra sorridente, a semente lançada na terra é uma palavra em promessa: para a língua toro tégu, falada atualmente por 5 mil dogons, no norte de Mali, cada elemento da realidade é concebido como sua parte integrante.

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@ubuweb na onda maldoror…

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Folhetim radiofônico em 50 episódios composto por Pierre Henry para Os Cantos de Maldoror do Conde de Lautreamont (Isidore Ducasse).

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[banda sonora – pierre henry – l’homme a la caméra – central telephonique]

INT – QUARTO MARGENS – isso não diz quantos muita filmes coisa cabem aqui 2500 caracteres dá pra uma epopéia, não não são indivíduos sóletras Odisseu os princípios são sempre tão difíceis, sensação de aprisionamento que não acha vazão e acaba na abertura ou no ON de algum aparato, aqui a televisão já se foi bem antes d’eu ter me fixado, no quarto de observação, mas esse computador oferece muito mais canais que ela dá cabo e isso deve ter razão com a miopia que só piora, hum zilhão de pixels, miúdos, Read More »

@casa das africas

Leite, Fábio

A problemática específica deste texto refere-se exclusivamente à questão da não-utilização da escrita por parte de sociedades da África negra que não adotaram esse aparato para fins de apreensão e transmissão do conhecimento e dos dispositivos civilizatórios, que constituíram para essa finalidade. Trata-se portanto de apreciar tão somente a questão da palavra, conceito para o qual se pretende atribuir significado abrangente.

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@casa das africas

Farias, Paulo F. de Moraes

Hoje falarei sobre louvação. Louvação é uma palavra que tem significação muito restrita no mundo ocidental moderno. Porém, sob uma perspectiva africana, o que se vê é muito diferente. A louvação na África (e hoje vou falar somente da África ocidental) é um importante gênero de discurso, e esse discurso é o instrumento de um tipo muito especializado de trabalho que é também físico – trabalho sobre o corpo do Outro. Desse trabalho e desse discurso se ocupam categorias hereditárias de profissionais, aos quais também compete transmitir tradições históricas sob a forma de narrações orais e canções.

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ebulindo com a modernidade liquida(da)

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texto:

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Pour en finir avec le jugement de Dieu

Antonin Artaud

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Donato Totaro , dtotaro AT hotmail.com

March 31, 199

Both Gilles Deleuze and Henri Bergson were, to extremely varying degrees, philosophers interested in cinema who used cinema to suit their particular intellectual needs. In the case of Bergson, he cultivated his ideas during a zeitgeist that included the invention of cinema (late 19th century). To a large extent, Bergson’s philosophical ideas were shaped by the same cultural, economic, and technological climate that gave rise to narrative cinema. Deleuze on the other hand, erected a two-volume Bergsonian philosophy of cinema toward the end of the century that stands as one of the most stimulating studies of time and cinema. Although a self-professed Bergsonian, Deleuze’s sprawling philosophical style is in stark contrast to Bergson’s precise and systematic philosophical system. Deleuze’s postmodern style is part of its appeal -playful, mercurial, and open to creative interpretation. Terms that are meant to carry critical weight are introduced offhandedly and then left hanging for pages. One neologism gives birth to three others. In a sense, Deleuze’s style, forever Becoming, is more Bergsonian than Bergson

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